Este artigo faz parte do nosso novo resumo semanal de notícias sobre plantas, trazido a si graças aos nossos parceiros da Earth.com.

 

As Plantas de Trigo Podem Alterar as suas Defesas consoante o Tipo de Atacante

Quando as plantas estão ameaçadas por pragas de jardim, libertam compostos químicos que as ajudam a defender-se. Os investigadores sabiam que o milho podia alterar quais os compostos químicos usados consoante o tipo de atacante. Esta semana, investigadores da Universidade de Berna e do Instituto Max Planck publicaram um estudo a demonstrar que as plantas de trigo podem fazer o mesmo.

Uma forma do químico ajuda a repelir lagartas, a outra defende contra ataques de pulgões. Os cientistas chamam a estas características semelhantes evolução convergente, porque várias plantas evoluíram a mesma característica independentemente umas das outras.

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Investigadores Criaram uma Planta que se Pode Guiar Sozinha à Luz do Sol

Os investigadores estão a criar formas incríveis para ajudar as plantas a prosperar. Embora salvar plantas de interior moribundas possa não ser um problema tão grave como ajudar culturas a sobreviver às alterações climáticas, é ainda assim uma causa muito digna! Investigadores do MIT criaram uma planta (chamada Elowan, em homenagem à raça parecida com plantas no jogo de computador Starfight) que pode rolar na direção da luz solar conforme necessário.

Eletrodos no caule da planta podem monitorizar as suas necessidades e reagir em conformidade. Os investigadores afirmam que os ciborgues não são a única novidade – as combinações planta/máquina certamente farão parte do nosso futuro.

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A Aprendizagem Automática Pode Ajudar Espécies em Perigo

Adoramos falar sobre a interseção entre tecnologia e biologia na PlantSnap – é isso que fazemos com a nossa app de identificação de plantas! Investigadores da Universidade de Maryland criaram um algoritmo de aprendizagem automática desenhado para ajudar a identificar espécies que devem qualificar-se para a Lista Vermelha da IUCN.

Isto é importante porque apenas cerca de 5% de todas as espécies de plantas conhecidas foram avaliadas pela IUCN. Muitas plantas e animais em perigo podem estar desprotegidos porque a avaliação é muito dispendiosa. O novo programa de aprendizagem automática usa dados de código aberto para fazer previsões sobre o grau de risco de uma dada espécie.

"O nosso método não pretende substituir avaliações formais usando protocolos da IUCN. É uma ferramenta que pode ajudar a priorizar o processo, calculando a probabilidade de que uma determinada espécie esteja em risco", explicou o Professor Espíndola.

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